Cia de Dança do Pantanal participa de imersão com o coreógrafo Fernando Martins
maio 19, 202310:13 amTrinta e cinco anos dedicados à dança. Com toda esta bagagem, o coreógrafo Fernando Martins está desde abril com a Cia de Dança do Pantanal, no Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, promovendo um processo de imersão com os bailarinos.
Durante sua trajetória, a filosofia e a esquizoanálise foram cruciais para a formação das ideias de Fernando Martins, agregando conhecimento aos seus estudos. Além disso, estabeleceu importantes parcerias artísticas, incluindo o papel como co-fundador da Random Collision na Holanda, um projeto que se dedica a subsidiar jovens coreógrafos em suas pesquisas e produções artísticas. Ele também colaborou com o cientista holandês Tom Postmes no projeto Experiment A, aprofundando sua relação com os temas abordados em seus trabalhos coreográficos.
Para o coreógrafo, o desafio é desenvolver um trabalho que transmita informações relevantes. “Tem sido uma aventura intensa. Por essa razão, tenho me dedicado a encontrar maneiras sensíveis e responsáveis de abordar esse tema”, explica.
Durante sua trajetória, a filosofia e a esquizoanálise foram cruciais para a formação das ideias de Fernando Martins, agregando conhecimento aos seus estudos. Além disso, estabeleceu importantes parcerias artísticas, incluindo o papel como co-fundador da Random Collision na Holanda, um projeto que se dedica a subsidiar jovens coreógrafos em suas pesquisas e produções artísticas. Ele também colaborou com o cientista holandês Tom Postmes no projeto Experiment A, aprofundando sua relação com os temas abordados em seus trabalhos coreográficos.
O coreógrafo conta que conheceu o trabalho da Cia de Dança do Pantanal por meio do bailarino e coreógrafo Wellington Julio. “Acompanhava o trabalho dele pelas redes sociais e, assim, acabei me conectando com o grupo. Embora tenha conhecido a companhia há pouco tempo, tenho me aprofundado no projeto do Moinho Cultural como um todo. Tem sido uma experiência reveladora e prazerosa transitar por esse espaço”, revela.
Martins afirma que o Moinho Cultural desempenha um papel crucial ao oferecer educação e formação em diversas áreas para crianças e adolescentes. “A iniciativa é potente, amplia e impulsiona as possibilidades desses jovens, proporcionando-lhes uma visão mais ampla do mundo em que vivemos. A equipe do Moinho Cultural é fundamental na promoção da cidadania e inclusão social para todas as famílias envolvidas”, destaca o coreógrafo.
O Moinho Cultural é uma OSC que oferece há 18 anos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social de Corumbá, Ladário, Puerto Suarez e Puerto Quijarro, aulas de dança, música, tecnologia e informática. A formação continuada oferecida pela instituição tem duração de até oito anos. O Moinho também atua na formação de intérpretes criadores para jovens e adultos, com a Companhia de Dança do Pantanal, Orquestra de Câmara do Pantanal e Núcleo de Tecnologia.
São parceiros institucionais a Prefeitura de Corumbá, Prefeitura de Ladário, Prefeitura de Puerto Suárez, Prefeitura de Puerto Quijarro, Instituto Homem Pantaneiro, IFMS, UFMS, Acaia Pantanal e outros doadores pessoa física e jurídica.