Consulta ao quinto lote de restituições do IR pode ser feito a partir desta quinta

setembro 23, 20219:27 am

A Receita Federal informou que abrirá as consultas ao quinto lote de restituição do Imposto de Renda 2021, relativo ao ano-base de 2020, na quinta-feira (23), a partir das 9h. Também haverá restituições residuais de exercícios anteriores. O pagamento será feito no dia 30 de setembro.

Segundo a Receita, o valor total das restituições será de RS 562 milhões para 358.162 contribuintes. Desse total, R$ 200.372.033,20 referem-se ao quantitativo de contribuintes que têm prioridade legal, sendo 4.955 contribuintes idosos acima de 80 anos, 47.465 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.927 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 19.211 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

As consultas poderão ser feitas na página da Receita Federal, na internet e no aplicativo do órgão para tablets e smartphones. Nessas plataformas, o contribuinte poderá saber, ainda, se há ou não pendências que impedem o pagamento da restituição, ou seja, se ele está na conhecida malha fina da Receita.

O pagamento da restituição é realizado diretamente na conta bancária informada na declaração de Imposto de Renda. Se por algum motivo o crédito não for realizado (se, por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 (um) ano no Banco do Brasil.

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, acessando o endereço: https://www.bb.com.br/irpf, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de 1 (um) ano, deverá requerê-lo por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Fonte: Enfoque MS

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